Em estreia nas salas de cinema portuguesas, o segundo tomo das obras completas, enquanto realizadora, da japonesa Kinuyo Tanaka.
“Que triste é ser mulher!”, exclama a senhora Ogin, protagonista do último filme de Kinuyo, à visão de uma rapariga que é conduzida à crucificação por ter ousado “seguir o seu coração” em
vez de se submeter aos mandamentos sociais. Passe o fatalismo contido na frase , ela bem pode servir de mote ao percurso por este segundo tomo das obras completas, enquanto realizadora, de Kinuyo
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