A dor marca o segundo disco da cantora, que será apresentado ao vivo em Lisboa, quarta-feira. Paixão pelo soul e pelo R&B, sem medo do cringe.
, a canção e o álbum a que dá nome, abre com um contrabaixo jazz em modo mais lírico e de som ambiente, de um café ou um sítio do género. Passados 20 segundos, o baixo muda, a acompanhar uma guitarra que entra.
Aos 30, juntam-se mais elementos: bateria, teclas e voz., a autora do disco, anuncia quem é no refrão: "Dona de mim e o que comigo faço", afirmação pontuada com sopros. É uma boa apresentação, e abrir discos só com contrabaixo e ir adicionando elementos é algo que, historicamente, tem funcionado bem –
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