Quase a completar 80 anos, a sala de espetáculos da cidade do Porto está de novo com o futuro indefinido. Precisa de obras, no valor de 8,5 milhões de euros, e a concessão da gestão a privados está em cima da mesa.
Neste cenário, o autarca do Porto diz que a Câmara, o Ministério da Cultura e a Área Metropolitana do Porto - principais associados e parceiros do Coliseu - concluíram que o melhor caminho era a concessão a privados da gestão do espaço. Moreira disse que era a solução possível na impossibilidade de se recorrer a fundos comunitários para financiar.
Logo depois, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional clarificou que não recebeu nenhuma candidatura ao Norte 2020 para apoio à reabilitação do Coliseu.
Dois dias depois, convocou nova reunião do Conselho Municipal da Cultura, agendada para dia 21 de fevereiro , para"deliberar" o futuro do Coliseu. Numa carta aberta difundida pelo, o autarca anunciou as duas propostas que irá levar a este grupo de conselheiros.
Seja qual for a recomendação do conselho municipal, a decisão pertence à assembleia-geral da Associação Amigos do Coliseu.
. O edifício era propriedade da Empresa Artística, SA/Grupo Aliança - UAP. Do protesto nasceu a ação, com artistas, políticos, empresários e cidadãos em geral a assumirem que o Coliseu deveria manter-se em mãos portuenses. Foi assim que nasceu a Associação dos Amigos do Coliseu do Porto, formalmente constituída a 17 de novembro de 1995.
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