Naqueles que foram os piores confrontos entre as duas partes em anos, as duas nações do Cáucaso responsabilizam-se mutuamente pelos ataques, com o Azerbaijão a dar conta de que, desde o início do conflito, domingo, morreram 11 soldados e um civil, enquanto a Arménia assumiu quatro militares mortos
Os confrontos fronteiriços entre as forças arménias e azeris intensificaram-se esta sexta-feira com artilharia pesada e ataques com 'drones' [aparelhos aéreos não-tripulados], matando pelo menos 16 soldados desde domingo, incluindo um general do Azerbaijão, indicaram fontes oficiais.
As forças dos dois países envolvem-se frequentemente em confrontos, mas os atuais aparentam marcar o pico mais sério das hostilidades desde 2016, quando dezenas de pessoas foram mortas em quatro dias de combates. O último incidente começou domingo, quando tropas dos dois países trocaram tiros na secção norte da fronteira comum, com as duas partes a responsabilizarem-se mutuamente dos ataques. Segundo o ministro da Defesa azeri, dois altos oficiais -- um major general e um coronel - estão entre as vítimas mortais do conflito.
Esta sexta-feira, fontes militares arménias denunciaram que o Azerbaijão utilizou 'drones' num ataque em Berd, na província de Tavush, que visaram infraestruturas civis. Um porta-voz das forças arménias garantiu que pelo menos um 'drone' foi abatido.
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