Cursos de Engenharia e Arquitectura entre os 15 que vão fechar por falta de procura
Ao todo, são oito de universidades e os restantes de politécnicos que vêm os seus cursos a encerrarem. Desde a Universidade do Porto ao Instituto Politécnico de Coimbra.
A primeira fase de candidatura ao ensino superior começa esta quarta-feira e termina no início de agosto, com 50.860 vagas no concurso nacional de acesso, um total praticamente inalterado face a 2018,Em 2019, os candidatos têm 1.087 cursos à disposição nas universidades e politécnicos públicos e a expectativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior é que o número de candidatos seja semelhante ao de 2018.
No total, são oito universidades e os restantes de politécnicos. Desde o curso de Engenharia Agronómica da Universidade do Porto, passando por Marketing e Publicidade do Politécnico de Santarém. A única área que repete é Arquitetura Paisagística, que fecha na Universidade de Évora e na UTAD. São todos cursos que nos últimos dois anos consecutivos tiveram menos de dez inscritos no 1.º ano. Mas admitiam-se exceções. Da lista inicial de 19 cursos a fechar, passou-se a 15. Engenharia Florestal, da UTAD, por exemplo, foi dos cursos que conseguiram o regime de exceção.
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