Trabalho: De saída, Arménio Carlos alinha a CGTP contra “empobrecimento” dos jovens
Aproveitando o embalo das críticas às “cedências” do Governo de António Costa por ter celebrado um acordo de concertação social com as confederações patronais e a UGT para alterar a legislação laboral, o ainda secretário-geral garantiu que “nada, nem ninguém”, demoverá a CGTP de lutar “pela eliminação de uma legislação que quer condenar as novas gerações ao empobrecimento”.
A central tem historicamente ficado à margem dos acordos celebrados na concertação social e continuará a ser assim no futuro se esses entendimentos significarem “participar da destruição e venda de direitos”. A CGTP, reafirmou, “prefere estar sozinha na defesa dos trabalhadores na concertação do que acompanhada a assinar acordos que fragilizam e reduzem os direitos dos trabalhadores”.
Várias vezes ao longo do discurso Arménio Carlos deixou palavras sobre quem está há menos anos no mercado laboral. À conta do acordo de concertação do primeiro Governo de Costa , disse, os “trabalhadores em geral, e os mais jovens em particular, [ficaram] sequestrados pela precariedade, a instabilidade, a insegurança e angústia de um presente que condiciona e dificulta a planificação da sua vida pessoa e familiar para o futuro”.
O congresso tinha sido aberto oficialmente às 11h12 e nessa altura já era possível visualizar a síntese do discurso de Arménio Carlos.
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