O pelouro do Urbanismo das câmaras municipais tem sido terreno fértil para escândalos envolvendo dirigentes, funcionários e promotores imobiliários numa teia de interesses em que os milhões parecem falar mais alto. E são às dezenas os que estão constituídos arguidos ou já foram julgados.
O mais recente, em janeiro deste ano, envolveu a Câmara de Espinho e levou à detenção do então presidente socialista, Miguel Reis, que renunciou ao mandato, do chefe da Divisão do Urbanismo, de um arquiteto e de dois empresários do setor do imobiliário, ligados ao grupo Pessegueiro Investments, um dos quais, Francisco Pessegueiro, chegou a estar detido preventivamente.
O anterior titular do cargo, o deputado e vice -presidente da bancada parlamentar do PSD, Joaquim Pinto Moreira, também foi constituído arguido no processo. Acabou por renunciar ao cargo que exercia e suspendeu o mandato de deputado.
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