Em 1148 clínicos que participaram num estudo em 2018, pouco mais de metade (51%) responderam que concordavam com a legalização da eutanásia
Os médicos estão profundamente divididos em relação à despenalização da eutanásia. Dos 1148 clínicos que participaram num estudo em 2018, pouco mais de metade responderam que concordavam com a legalização da eutanásia, 32% eram contra e 17% disseram não ter uma opinião definitiva.
Este estudo não é, em todo o caso, representativo da realidade nacional. Apesar de ter começado por ser dirigido a todos os médicos do país, acabou por se circunscrever aos inscritos no Norte por falta de participação dos profissionais das outras regiões do país. O autor, José Ferraz Gonçalves, oncologista e diretor do primeiro serviço público de cuidados paliativos do país, o IPO do Porto, tentou alargar o inquérito a nível nacional com a Ordem dos Médicos, mas sem sucesso.
Em 2007, Ferraz Gonçalves já tinha concretizado um estudo semelhante - dessa vez limitado a oncologistas. Dos 450 oncologistas então inquiridos, cerca de um terço responderam e, nessa altura, o não à eutanásia foi predominante . Dos restantes, 38,7% declararam-se a favor e 19% disseram não ter opinião definitiva.
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