Europa começou a sentir perturbações energéticas mais cedo que os Estados Unidos, avança estudo da Marsh
Relativamente à duração da interrupção no negócio, 22% das empresas inquiridas acredita que seja de quatro a seis meses, 19% afirma que durará entre sete a nove meses, 13% acredita que será de 10 a 12 meses e apenas 3% referiu que durará três meses ou menos.
No entanto, 33% das empresas admitiu sofrer uma interrupção em abril do presente ano, enquanto 28% confirmou ter verificado paralisações desde janeiro de 2020. O relatório da Marsh acrescenta ainda que a partir de abril, as empresas elétricas e renováveis norte-americanas começaram a sentir efeitos de rutura, enquanto na Europa Ocidental as perturbações começaram a sentir-se já em janeiro.
Face às quebras financeiras, 13% das empresas inquiridas admitiu que desde o início a pandemia já excedeu um impacto de 100 milhões de dólares, enquanto 10% referiu que espera que o impacto no total do ano seja de 500 milhões de dólares,
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