A pouco mais de dois meses da JMJ, a falta do Plano de Mobilidade e a incerteza quanto ao número de participantes está a deixar as autoridades policiais à beira de um ataque de nervos. Mas a semana ficou marcada por um polémico selo do Vaticano.
Faltam 74 dias para o começo da Jornada Mundial da Juventude e as dores de cabeça dos responsáveis pela segurança não param de aumentar, até pela indefinição do número de peregrinos que virão a Portugal, entre meados de julho e 7 de agosto, já que muitos dos participantes acabarão por vir mais cedo do que 1 de agosto, data oficial do arranque das cerimónias, além de não existir ainda um Plano de Mobilidade concluído.
Contactado pelo Nascer do SOL, o representante do Governo desmente: «Não é verdade. Antes dessa data haverá várias versões que irão sendo sistematicamente, e com todos os parceiros, atualizadas até à JMJ». Agora, a dois meses do evento, ficou a saber-se a razão da proibição de férias se ter alargado a todo o território continental. É que a PSP e a GNR vão ter de recorrer a efetivos de patrulhamento, quando só estava previsto o recurso a ‘motoqueiros’ e alguns elementos da Unidade Especial de Polícia.
E será no centro de comando, que terá, além das forças de segurança, militares, bombeiros, do SIRP, e um representante do Governo e outro do Presidente da República, que serão tomadas as grandes decisões, em casos de extrema gravidade, estando Vizeu Pinheiro ao comando do grupo. «Os mais antigos lembrar-se-ão do sequestro nas instalações do BES, em Campolide.
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