O Livre quis debater a necessidade de proteger a democracia e lutar contra a extrema-direita e insultos misóginos. O Chega sentiu-se atacado e disse ser o partido mais “ameaçado” do Parlamento.
norte-americanas). Rui Tavares — cujo tema de intervenção era "O cerco à política" — destacou depois o papel crucial da Polícia de Segurança Pública na manutenção da segurança e também as demonstrações de solidariedade dos outros partidos .
"Soube-nos bem a solidariedade de outros partidos", admitiu, acrescentando que hoje, quando acontecem outros ataques, há o "dever" de prestar solidariedade. Rui Tavares referia-se em concreto ao. Foi "uma táctica corriqueira da extrema-direita" que actualmente tem representação parlamentar, classificou o deputado.
sobre a degradação política... Ontem era dia de escrutinar o Governo. Hoje é o dia em que pedimos esclarecimentos uns aos outros", disse. E, continuando o raciocínio, apontou que os partidos têm um papel fulcral na defesa de deputados e deputadas "alvo de insultos" racistas e misóginos no Parlamento.
Foi depois destas intervenções que os ânimos se exaltaram no Parlamento, com André Ventura a pedir uma interpelação à mesa. “O que tivemos aqui hoje foi um Parlamento a atacar um partido”, começou por dizer o líder do Chega. Depois relembrou que, até hoje, “houvedirectamente à saída de um comício”, disse, referindo-se aos eventos de Janeiro de 2021.
“Não há nenhum partido nesta casa que seja tão sequestrado e tão ameaçado como o Chega é”, acrescentou Ventura. Logo depois, a bloquista Joana Mortágua mencionou o artigo daAntes da intervenção do deputado do Livre (e do momento que levou à intervenção do presidente da Assembleia da República em exercício, o social-democrata
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