Opinião de Daniel Oliveira
Foram 500 anos de perseguição, com açoitamentos públicos, proibição do uso da língua, expulsões do país e imposição da utilização de passaporte quando finalmente tiveram direito à cidadania. E enquanto o Holocausto marcou para sempre a forma como lidamos com os judeus, as vítimas ciganas foram apagadas da memória, permitindo que se perpetuasse a perseguição e a exclusão.
Estranha a convicção de que há um povo que ama a sua pobreza. Quase um terço dos ciganos vive em barracas ou perto disso e só um terço participa no mercado de trabalho formal. 15% não sabem ler nem escrever, só 2,5% acabam o secundário e 0,1% tem licenciatura.
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