O líder da diplomacia de Kiev observou que o apoio ao seu país começou a evoluir mais rapidamente do que nos meses anteriores e chegou a hora de ser reforçado, sendo 'a primeira etapa a formação de pilotos'.
O líder da diplomacia de Kiev observou que o apoio ao seu país começou a evoluir mais rapidamente do que nos meses anteriores e chegou a hora de ser reforçado, sendo"a primeira etapa a formação de pilotos".
Segundo Kuleba, outro assunto abordado foi a adesão da Ucrânia à NATO, um assunto que estará na agenda da próxima cimeira de líderes da organização, a decorrer em 11 e 12 de julho em Vilnius, Lituânia. "Penso que temos um entendimento comum sobre este assunto, e aprecio o apoio que Portugal dá à Ucrânia no seio da União Europeia [UE] em todas as questões, em particular na abertura das conversações de adesão entre a Ucrânia e a UE até ao final deste ano"Mas, sobre a adesão à NATO, Dmytro Kuleba alertou que este não é um fim para a guerra, nem um processo imediato.
"Todos compreendemos que a NATO não é o instrumento para acabar com a guerra, a NATO é o instrumento para evitar novas guerras" , sustentou, embora tenha convidado os líderes da organização a encontrarem uma saída para a integração de Kiev, já na reunião em Vilnius.
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Kiev pede a Portugal meios aéreos e apoio na adesão à NATOO ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, pediu, esta sexta-feira, em Lisboa, que Portugal participe numa coligação internacional de formação de pilotos e fornecimento de caças de combate modernos, bem como apoio na adesão de Kiev à NATO.
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