Os relatores sugerem a criação de um observatório de justiça intergeracional, sublinhando que Portugal tem já vários observatórios setoriais, mas nenhum que aborde simultaneamente "várias áreas relevantes" para as políticas públicas.
Portugal registou uma variação positiva do índice de Justiça Intergeracional nos últimos anos, mas tanto na habitação, como no ambiente e recursos naturais, a situação em 2020 era pior do que em 2015, revela um estudo hoje divulgado.
"Em todas as dimensões há aspetos críticos que podem prejudicar a justiça intergeracional", assinalaram os investigadores, destacando o ambiente, com a produção e reciclagem dos resíduos urbanos, a gestão florestal e os incêndios. No mercado de trabalho, os contratos a termo, o desemprego e a emigração jovem, bem como o acesso a habitação e o grau de autonomia dos jovens são aspetos que pesam pela negativa.
O problema das alterações climáticas e do uso excessivo dos recursos naturais, a dificuldade crescente no acesso à habitação, a dualidade e precariedade do mercado de trabalho, o endividamento público e externo excessivos são matérias negativas identificadas no estudo. . Na área do ambiente, as florestas são tomadas como exemplo de um dos principais componentes do capital natural que é deixado às gerações futuras.
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