A nova série a preto e branco da Netflix, 'Ripley', reimagina o misterioso personagem criado por Patricia Highsmith num cenário noir da Itália dos anos cinquenta, com o protagonista Andrew Scott a recusar considerá-lo um vilão.
A nova série a preto e branco da Netflix,"Ripley", reimagina o misterioso personagem criado por Patricia Highsmith num cenário noir da Itália dos anos cinquenta, com o protagonista Andrew Scott a recusar considerá-lo um vilão.
Scott, que em 2023 foi aclamado pela crítica pelo papel no filme"All of Us Strangers", considerou que o grande sucesso da história e deste argumento é levar a audiência a torcer por alguém que não deveria apoiar."Queremos basicamente que ele se safe", afirmou.O ator recusou-se a fazer diagnósticos sobre a personalidade de Ripley e porque faz o que faz.
Andrew Scott, que protagoniza a série ao lado de Dakota Fanning, Maurizio Lombardi e Johnny Flynn, reconheceu o peso desse legado, tendo sobretudo em conta o filme Minghella e as nomeações da Academia de Hollywood.O criador da série, que participou noutra conferência de imprensa, explicou que era fã do livro e achava que a história precisava de mais tempo para ser contada - daí o formato de oito episódios.
O realizador, tal como Scott, nunca pensou em Ripley como um psicopata e disse que não costuma procurar que os seus personagens criem empatia na audiência: escreve-os como são."Certamente não é um assassino profissional, não é bom nisso, fá-lo da mesma forma atrapalhada que nós faríamos", afirmou. António Leitão Amaro: “A minha mulher escolheu ficar comigo, os meus filhos não escolheram nascer; eles vão sofrer com a minha exposição”António Leitão Amaro: “A minha mulher escolheu ficar comigo, os meus filhos não escolheram nascer; eles vão sofrer com a minha exposição”Inteligência Artificial“Cheguei ao México com 20 anos, abri a mala e tinha lá um bilhete da minha mãe a dizer 'Boa sorte, agora és tu a...
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