As declarações dos protagonistas do debate “Doenças crónicas e os danos colaterais da pandemia”, promovido pela Angelini Pharma e ao qual o Expresso se associou
“As medidas foram sendo tomadas e adequadas em função daquilo que se conhecia na altura”, lembra Miguel Telo de Arriaga, Chefe de Divisão de Literacia da Direção Geral da Saúde
“Houve muitos doentes crónicos que ficaram por diagnosticar devido às restrições no acesso aos cuidados de saúde e essas repercursões só as vamos conhecer a médio e longo prazo”, alerta Elsa Frazão Mateus, presidente da Liga Portuguesa Contra Doenças Reumáticas “Houve muitos doentes que não tiveram possibilidade de aceder a alguns cuidados de saúde e a verdade é que tiveram as suas doenças descompensadas”, explica Luís Lourenço, presidente da Secção Sul e Regiões Autónomas da Ordem dos Farmacêuticos
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