Economistas defendem que redução da carga fiscal é uma das prioridades e apelam a ‘um outro olhar’ para as empresas, mas não esperam grandes surpresas.
F alta pouco menos de um mês para o Governo apresentar as propostas para o Orçamento do Estado para 2024, mas a pressão tem vindo a aumentar, particularmente no que diz respeito à carga fiscal. Os economistas ouvidos pelo Nascer do SOL não esperam grandes surpresas, mas também admitem que as previsões económicas vão ditar as escolhas do Executivo.
Também Pedro Ferraz da Costa destaca que essa deveria ser uma das prioridades, no entanto, lembra que tudo dependerá da evolução da economia no próximo ano. «Se andar mal, é evidente que estes superavits e estas folgas desaparecem em menos de nada e estamos todos endividados: empresas, cidadãos e Estado», referiu ao nosso jornal.
César das Neves lembra, no entanto, que a atual folga orçamental é muito pequena. «Dá para uns brilharetes, como os anúncios para o jovem, mas nada que faça diferença substancial». Já Ferraz da Costa adianta apenas que «é tudo política e é normal que seja», mas também reconhece que, face à incerteza que se vive em termos de perspetivas económicas, percebe «um pouco a posição cautelosa do Governo», mas garante que já não percebe por que razão o Governo não avança com as reformas estruturais – que, no seu entender, «não custam dinheiro» – e com a racionalização...
Quanto à proposta relativa à TSU, já foi imediatamente afastada por Fernando Medina. «Gostaria de relembrar a posição histórica do Governo relativamente a essa matéria de não proceder a decisões que pudessem fragilizar a base contributiva da Segurança Social. O Governo tem essa posição, mantém essa posição.
Portugal Últimas Notícias, Portugal Manchetes
Similar News:Você também pode ler notícias semelhantes a esta que coletamos de outras fontes de notícias.
Ski náutico em Montargil - Jornal SOLA barragem de Montargil recebe, este fim de semana, a derradeira etapa do Circuito Nacional de Ski Náutico. Dois dias de ação num dos melhores planos de água do país, onde se vão cruzar diferentes gerações de atletas.
Consulte Mais informação »
Transtejo: novos navios elétricos no Tejo só no segundo semestre de 2024Transtejo prometeu introduzir navios elétricos na operação a partir do segundo semestre de 2024. Além dos dois navios e tripulação que se encontram atualmente em testes, haverá outros dois.
Consulte Mais informação »
Novos navios eléctricos na travessia do Tejo só no segundo semestre de 2024A presidente do Conselho de Administração da Transtejo tem como prioridade prestar “um serviço público”, diminuindo as supressões diárias e renovando a frota “desajustada e antiga”.
Consulte Mais informação »
Novos navios elétricos na travessia fluvial do Tejo só no segundo semestre de 2024Alexandra Ferreira de Carvalho adiantou que os navios s&227;o antigos e est&227;o a avariar constantemente, contudo, com a entrada em funcionamento dos cinco que se encontram no estaleiro e que conta ter em funcionamento ainda este ano, consegue assegurar as liga&231;&245;es de forma a n&227;o ter tantas supress&245;es como as que t&234;m sido verificadas.
Consulte Mais informação »