A colaboração internacional nas grandes organizações científicas pode dar contributos sociais tão importantes quanto inesperados
O avanço do conhecimento em áreas científicas como a física de partículas e a exploração do espaço, mas também o estudo do genoma humano ou do clima, requer trabalhar em ambiente de cooperação internacional, em programas de grande amplitude e complexidade, com recurso a grandes infraestruturas experimentais.
Contudo, a tecnologia não é um fim, é um meio: para estudar os constituintes ínfimos do universo ou as grandes estruturas do cosmos é imperativo desenvolver as ferramentas que permitam fazer avançar o conhecimento humano. E é como consequência disso que surgem novas aplicações tecnológicas, levando a uma frequente confusão entre ciência e técnica.
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