Vidro da fachada da sede da REN, em Lisboa, foi estilhaçado por duas ativistas do grupo.
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A REN repudiou este sábado os ataques de ativistas ambientais da Climáximo à sua sede, em Lisboa, acusando-os de vandalismo e de manipular factos sobre as alterações climáticas. Em comunicado, a Climáximo, que se define como"um coletivo aberto, horizontal e anticapitalista" de defesa do clima, explica que a ação das ativistas foi feita no âmbito do"plano de desarmamento" do coletivo que"passa por nem mais um projeto que aumente emissões de gases com efeito de estufa, como a expansão do terminal de gás fóssil liquefeito da REN em Sines".
"A transição energética é um percurso longo, que exige esforços contínuos e não pode ser feito com movimentos de rutura que coloquem em causa o abastecimento do País.
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