Sindicato rejeita trabalho suplementar dos médicos acima das 150 horas anuais no SESARAM
O sindicato relembra o acordo assinado entre os sindicatos médicos e o Ministério da Saúde, que equiparou o limite das horas extraordinárias da carreira médica à restante Função pública, com a realização de até 150 horas de trabalho extraordinário obrigatório por ano.
Ora, este sindicato, um dos três constituintes da Federação Nacional dos Médicos , relembra o acordo assinado entre os sindicatos médicos e o Ministério da Saúde, que equiparou o limite das horas extraordinárias da carreira médica à restante Função pública, com a realização de até 150 horas de trabalho extraordinário obrigatório por ano.
“O Governo Regional da Madeira demonstra um grave desrespeito pelos seus médicos ao discriminá-los negativamente, como aliás tem sido a sua postura de incumprimento da regulamentação coletiva de trabalho assinada com os sindicatos médicos, em 2017”,sublinha a direção do Sindicato.. O Sindicato repudia qualquer tentativa de imposição desta proposta, e mostra-se disponível para defender todos os sócios sujeitos a pressões e assédio, fazendo questão de lembrar à Presidência do Governo Regional da Madeira “que não está acima da Lei”.
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