Mais de 1200 crianças com menos de cinco anos morreram de sarampo e de malnutrição em nove campos de refugiados no Estado do Nilo Branco, entre maio e setembro
Mais de 1200 crianças morreram de sarampo e de subnutrição em nove campos de refugiados no Sudão desde maio, e dezenas de milhares de outras poderão morrer até ao final do ano, denunciou esta terça-feira a ONU.
Estas crianças são refugiadas da Etiópia e do Sudão do Sul, disse Allen Maina, diretor de saúde pública do ACNUR, numa conferência de imprensa, em Genebra. “O mundo tem os meios e o dinheiro para evitar todas e cada uma destas mortes por sarampo ou desnutrição”, sublinhou o Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi, em comunicado.
“Devido aos contínuos ataques aos serviços de saúde e de nutrição” no Sudão, também o Fundo das Nações Unidas para a Infância manifestou receio que “vários milhares de recém-nascidos possam morrer até ao final do ano”, na mesma conferência de imprensa em Genebra.
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