No primeiro trimestre de 2023 a taxa de precariedade no país ficou em 17,1%. Número representa uma redução de 4,2 pontos percentuais face ao período pré-pandemia, mas vínculos precários no país ainda permanecem 'acima da média europeia
Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.No primeiro trimestre de 2023 a taxa de precariedade no país ficou em 17,1%.
Em paralelo, aumentou também a remuneração média declarada à Segurança Social, que subiu 8% entre janeiro e abril deste ano, face aos mesmos meses de 2022, atingindo 21.331 milhões de euros. E aumentou tambémAlmofada das pensões garantida até 2060 “Neste momento, temos um ganho de 17 anos para os primeiros défices e saldos negativos do sistema de Segurança Social face a 2015”, destacou a ministra, sinalizando que esta"evolução é fruto de uma evidência que é a capacidade de criação de emprego e valorização dos salários”.
Estarão envolvidas neste projeto cerca de 46 empresas, quatro delas de grande dimensão . O teste envolverá um universo estimado de 20 mil profissionais, de distintas profissões e sectores de atividade.
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Ministra do Trabalho admite que há trabalho a fazer sobre a taxa de precariedadeAna Mendes Godinho salientou que a taxa de precariedade no primeiro trimestre se fixou em 17,1%, o que compara com 21,3% em 2019 (período pré-pandemia).
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