Mundo - Voluntárias ajudam mulheres vítimas de assédio sexual no Carnaval de São Paulo
Numa iniciativa inédita no Brasil, mulheres vítimas de assédio sexual durante o Carnaval de rua, na cidade de São Paulo, que só termina no próximo domingo, poderão receber ajuda e encaminhamento através de postos espalhados pela capital Paulista exatamente com esse fim. A iniciativa é uma parceria das secretarias municipais da Cultura e dos Direitos Humanos com a Comissão de Advogadas Mulheres da OAB, Ordem dos Advogados do Brasil.
Vários postos de acolhimento a vítimas de assédio ou importunação sexual foram montados nos principais pontos da cidade onde se realizam desfiles de rua, identificados de forma bem clara e com pessoas recetivas a ouvir os relatos e a dar o seguimento necessário ao caso, de acordo com cada situação.
Só advogadas voluntárias são 58, que trocaram a folia pela solidariedade a outras mulheres.
O assédio sexual a mulheres, dentro ou fora do período de Carnaval, é um flagelo que parece não ter fim no Brasil e acontece em qualquer local, no emprego, na rua, nos transportes públicos. A campanha criada anos atrás sob o lema"Não, é não", que muitas mulheres estampam no Carnaval em T-shirts, pulseiras ou até tatuado no corpo, não tem conseguido reduzir substancialmente a insistência dos homens mesmo quando a mulher já disse não à investida, por isso a edilidade de São Paulo e a OAB decidiram este ano tomar medidas mais concretas para, ao menos, reduzirem a impunidade dos que não respeitam a negativa e...
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