Conto: Cartas de amor na era da iconoclastia
Mesmo que estejam mal escritas, e que possam fazer rir, afectam positivamente. São quase sempre um gesto limpo, puro, por parte de quem as escreve. Um movimento crédulo de quem se coloca a jeito perante os olhos do outro, de quem coloca o coração na montra só para os olhos do eleito/a.
Algumas cartas de amor, nomeadamente as dos escritores, acabam por se tornar célebres e chegam, afinal, a milhares de outros pares de olhos. A beleza destes textos chega a ser comovente. Como, por exemplo, a supracitada carta de Fernando Pessoa para a sua Ophelinha: “Todas as cartas de amor são ridículas”; a de Lord Byron a Teresa de Guiccioli: “Tremo quando te escrevo”; a carta de Machado de Assis a Carolina de Novais: “Nós queimaremos o mundo, querida.
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