Sociedade Portuguesa de Filosofia destaca maior equilíbrio na distribuição dos itens de escolha múltipla.
parece ser “mais equilibrada na distribuição de itens obrigatórios e opcionais, deixando também assim mais liberdade aos alunos para escolherem entre itens de resposta aberta e itens de selecção”, refere a SPF no seu parecer ao exame deste terça-feira. O número total de itens de escolha múltipla continua, contudo, a ser o mesmo: 10 em 18.
A prova de Filosofia faz parte do leque de exames do 11.º ano. Estavam inscritos 11.698 alunos. A desta terça-feira era composta, como já se referiu, por 18 itens: 12 cujas respostas contam obrigatoriamente para a nota e outros seis opcionais, contribuindo para a classificação final apenas os quatro que tenham melhor pontuação.
Todas estas perguntas opcionais “incidem apenas em questões de respostas fechada [tipo cruzinhas] o que pode contribuir para alterar os resultados por relação aos dois últimos anos lectivos”, alerta, pelo seu lado, a Associação de Professores de Filosofia . No seu parecer, a APF considera que “tanto a extensão como o grau de exigência da prova são adequados face aos documentos curriculares em vigor e à faixa etária dos alunos que frequentam o ensino secundário”.
Também a Sociedade Portuguesa de Filosofia refere que a prova “é clara e correctamente estruturada e contém itens de natureza e grau de dificuldade bastante diversos, incluindo o devido e imprescindível lugar à aplicação, por parte dos alunos, das competências filosóficas de grau superior, nomeadamente, as de análise crítica de problemas e perspectivas filosóficos e de argumentação de uma forma autónoma”.
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